A Psicologia Analítica e a Mitologia

A Psicologia Analítica e a Mitologia


A Psicologia Analítica e a Mitologia

Jung ao elaborar seu conceito de inconsciente coletivo e de arquétipos criou uma ponte entre a mitologia e a psicologia.

O caminho simbólico do inconsciente humano encontrou atalhos e caminho para expressão nos mitos e os arquétipos do inconsciente coletivo se tornaram deuses, deusas e sagas na mitologia.

A Psicologia Analítica e a Mitologia pisam o mesmo terreno.

O estudo da mitologia pode ser um rico e vasto campo para a exploração da natureza humana e os mitos podem ser referências do comportamento humano.

Jung diz que mitologizar a psique permite uma melhor compreensão de seus processos e sugere que cada um deve procurar descobrir seu mito pessoal para compreender o seu papel no mundo.

A mitologia é um caminho para que a consciência consiga penetrar no inconsciente e poder analisá-lo em analogias, fantasias e projeções.

As imagens mitológicas são expressões arquetípicas e a psique humana é assim a morada de deuses que influenciam a trajetória humana.

A Psicologia Analítica e a mitologia

Imagens mitológicas e expressões arquetípicas


A mitologia é um caminho para que a consciência consiga penetrar no inconsciente e poder analisá-lo em analogias, fantasias e projeções. As imagens mitológicas são expressões arquetípicas e a psique humana é assim a morada de deuses que influenciam a trajetória humana.

Símbolos de uma cultura e de uma era são encontrados na mitologia, mas os mitos são atemporais.

Mais do que a expressão de uma identidade cultural, os mitos representam caminhos da humanidade em qualquer local e tempo, pois são manifestações simbólicas da psique humana.

Mitos não morrem porque os arquétipos são imortais, assim como os deuses.

Crer na mensagem simbólica do mito pode ser rica ferramenta de estudo da natureza humana e os mitos continuarão a existir dentro de cada um, creia-se ou não neles.

Os mitos não dependem da crença para existirem, existem por si e alimentam a psique humana.

Paulo Rogério da Motta