A morte de Jung


A morte de Jung é o último artigo da série de seis artigos que contam a vida e obra de Carl Gustav Jung.

Neste artigo os últimos anos da vida de Jung.

A morte de Jung

A vida e obra de Jung em seis artigos:


Parte 6

A morte de Jung

Período de 1958 a 1961


1958

Foi publicada a edição alemã de “Memória, Sonhos, Reflexões”.

Jung em sua autobiografia narrou muito mais, quase que exclusivamente, a vida em seu mundo interior, relatando muito pouco de sua vida conjugal, familiar e social.


1959

Em 22 de outubro, Jung participa da entrevista “Face a Face”, com John Freeman, da emissora BBC.


1960

Em janeiro de 1960, Jung sofreu um terceiro enfarte.

Neste ano também foi eleito cidadão honorário de Küsnacht.


1961

E março, Jung sofreu pequenos enfartes.

Em 17 de maio teve uma embolia pulmonar.

Em 30 de maio teve uma apoplexia.

Em 06 de junho de 1961, Jung morreu em sua casa de Küsnacht, Zurique, Suíça.

Carl Gustav Jung morreu dias antes de completar oitenta e seis anos de vida, mas seu tempo de vida foi suficiente para que formulasse uma psicologia profunda.

Jung fez questão de declarar sua psicologia aberta e convidou todos com espírito audacioso para que aprofundassem e abrangessem a sua criação.

Jung, em sua vida, foi agraciado inúmeras vezes com honras e homenagens devido ao seu trabalho e inteligência.

Recebeu diversos títulos honoríficos, participou de entrevistas para a televisão e tratava a todos de modo franco, independente de sua posição social ou ocupação.

Jung, cientista e empírico, construiu sua ousada psicologia em seu consultório, em suas viagens pelo mundo e, principalmente, em seu mundo interior.

Aprendeu com seus pacientes, consigo e com o conhecimento deixado pelos filósofos gregos, gnósticos, alquimistas…

Carl Gustav Jung, 1875-1961, um homem que escreveu sua história para ser lembrado como um psicólogo.

Hoje estamos aqui lendo a vida e obra de Jung e creio que o sábio suíço conseguiu seu intento e muito mais.


Vídeo: A morte de um Mestre